Em sessão de revista para promover Bionic

🎂 Feliz aniversário! 🎂 Os cinco anos de Bionic

A partir de hoje, começam as comemorações do aniversário de 5 anos de um dos trabalhos mais emblemáticos da carreira de Christina, o álbum Bionic. Alvo de chacota jogada por todos os lados quando chegou às lojas em 2010, não é difícil refletir e perceber que o disco já estava fadado ao fracasso comercial antes mesmo de ser lançado. Christina já havia chegado ao topo. Era hora de jogá-la ao chão.

Quando a gente lembra como foi difícil acompanhar as “reportagens” (em grande parte, descaradamente mentirosa) da época, vergonhosamente replicadas pela imprensa sem qualquer profissionalismo, fica aparente o curioso fenômeno que presenciei hoje cedo, quando abri meu instagram. Veja só, me deparei com um dos mesmíssimos meios de comunicação que tanto contribuíram para a chicana biônica de 2010, agora, celebrando seu aniversário.

Aliás, não foi só lá. Basta uma rápida busca para ver artigos e publicações reportando os cinco anos do álbum, esquecendo-se completamente que, quando esse apoio mais importava, a ele não foi dado qualquer chance. Afinal, o que será que mudou de lá para cá?

Eu confesso que minha opinião acerca do álbum transformou-se substancialmente no curso desses anos, especialmente depois do lançamento de Lotus. Quando foi questionada sobre o desempenho comercial de seu projeto futurista, Christina deu de ombros e limitou-se a dizer que o trabalho era à frente de seu tempo. Sabe, parece que ela não estava errada no fim das contas.

Que o lançamento era ousado e grandioso, não tínhamos dúvidas. Quem se lembra que a RCA chegou a divulgar o lançamento do clipe Not Myself Tonight em telões da Times Square? Era nítido, as apostas em Bionic eram altas. Afinal de contas, o disco já havia chamado muita a atenção um ano antes, quando Christina passou a revelar os nomes nada convencionais que estavam ajudando-a a criar um trabalho conceitual que ninguém esperava. Se aquela repercussão fora tanta só com o mencionar daquelas pessoas, não tinha porque apostar pouco. E assim, Bionic deixou de ser só um CD e passou a liderar uma marca, acompanhado do lançamento de uma linha de joias temáticas, de um álbum de remixes (cancelado) e da turnê, que tinha um incrível potencial visual que infelizmente nunca mais será visto.

A propósito, em termos visuais, pode-se dizer que a curtíssima era Bionic foi tão impecável quanto a extravagante era antecessora, Back to Basics. Christina parecia plenamente imersa no projeto que havia criado e conseguiu retratar sua visão para o álbum desde a primeira aparição promocional até durante uma caminhada na rua. Não foi perfeita, longe disso (particularmente não compreendo, e jamais devo compreender, o cabelo enroladinho curto e aquele visual esquisito bem na performance de estreia, no programa de Oprah Winfrey) – mas de todo, foi consistente e condizia com a proposta do disco.

O figurino, a maquiagem, os aparatos de palco, o encarte do disco, a arte de capa (que esconde deliciosos detalhes e ganhou a internet no dia em que foi apresentada), as sessões de fotos para revistas, os clipes: tudo junto formava um grande e coeso conjunto, marcado por gráficos e cores fortes, que ao mesmo tempo combinavam perfeitamente com o som igualmente sombrio. Mais uma vez, Christina havia retratado, com maestria, a imagem de sua música.

Esse é o tipo de envolvimento de Christina com seu trabalho que tanto senti falta em Lotus. Mesmo com toda a confusão envolvendo a adição de músicas no último minuto a pedido da gravadora, dava para sentir em cada entrevista que Christina tinha orgulho do som que havia criado em Bionic. Ela não foi só na contramão de seu trabalho passado, como também foi na contramão de tudo o que estava tocando nas rádios (apesar das inapropriadas comparações). Além disso, na minha opinião humilde que divido com vocês aqui hoje, Bionic tem algumas das melhores entrevistas e performances da carreira de Christina.

É claro, não vou mentir e dizer que acho o trabalho perfeito. Para ser sincero mesmo, acho que algumas das letras que fazem parte de Bionic não estão nem um pouco à altura da voz e do trabalho de Christina, e em alguns momentos, chegam a me incomodar – mas, sendo honesto mais uma vez, penso o mesmo de algumas letras de Back to Basics. Só que, assim como acontece com seu antecessor, que é tão diferente dele, quando Bionic brilha, ele brilha.

E assim, o que importa é que hoje, ao ouvir apreciar Bionic, eu percebo claramente o trabalho e a visão de Christina por trás do álbum. Vejo ali, quer goste ou não, o trabalho de uma artista envolvida até o pescoço com sua criação, desde o encarte belíssimo até a motivação por trás de suas músicas, mesmo que na época, elas não fossem tão claras assim.

É difícil precisar o que deu errado – ou até mesmo como tudo pôde dar tão errado como deu. É fácil odiar Christina Aguilera e talvez ela não tenha contribuído muito para mudar isso. A maratona promocional desengonçada e esparsa pode ter ajudado a piorar. Aliás, decisões ruins nesse percurso pareceram não faltar, seja de quem for – da Christina, do time dela, da gravadora, não sabemos – em alguns momentos tava na cara que a coisa não daria certo mesmo, embora também não saibamos a motivação por trás dessas escolhas. E, por que não considerar que talvez Bionic tenha sido vítima de seu gigantesco hype, às vezes, grande demais para ser correspondido. Mas com sinceridade, rememorando a negatividade em torno de Christina naquele difícil ano de 2010, eu tenho dúvidas se alguma coisa podia ter salvado o lançamento de Bionic.

O que a gente sabe é que o disco tinha atraído atenção suficiente do mundo da música (afinal, foi o segundo álbum mais pirateado do ano) e sua trajetória estampou a capa de notícias em todos os lugares. Ao passo em que despencava nas paradas, tinha espaço garantido, dia a dia, em todos os meios de comunicação especializados.

A propósito, em retrospecto, o “flop” de Bionic nem parece tão terrível assim comparado aos recentes lançamentos de outros artistas de igual calibre. Afinal, foram 110 mil cópias vendidas na primeira semana e a 3ª posição da Billboard. Quantos e quantas venderiam a alma para ter isso de novo? Talvez fossem as expectativas que estivessem altas demais.

Por isso, posso dizer que Bionic tanto me entristece quanto me deixa feliz. Me entristece pensar em todos os planos e em todo o potencial que foi sumariamente jogado fora antes que pudéssemos saborear mais dele. Me deixa feliz, porque quando o coloco ao lado dos outros álbuns de Christina, percebo claramente o poder artístico que ele guarda para estar ali e contribuir, de igual tamanho, para um repertório musical praticamente impecável.

E, como deu para perceber bem hoje nas matérias por aí, Bionic conquistou inegável espaço na indústria musical.

É uma pena que precisou de tanto tempo para esse reconhecimento chegar.

Em Ruanda pelo World Food Programme em 2013

Leia o blog escrito por Christina hoje para o Huffington Post

Pode colocar “colunista” no currículo? Hoje é o aniversário de 10 anos do Huffington Post e, para celebrar, Christina escreveu uma linda coluna para o jornal! Ela falou sobre o World Food Programme, e olha… só dá orgulho pra gente, tá? Essa já é o segundo artigo de Christina para a página, e você pode conferir abaixo a a tradução:

Quando meus filhos lerem isso daqui a 10 anos, espero que a crise da fome seja história.

Por Christina Aguilera.

Parabéns ao Huffington Post pelo décimo aniversário! Em agosto do ano passado, pouco antes do nascimento da minha filha Summer, vocês me convidaram para dividir minha história sobre um assunto bem próximo do meu coração: acabar com a fome no mundo. Eu me senti honrada com aquela oportunidade e agradeço a todos os leitores do Huffington Post que ajudaram a divulgar minha história.

Desde 2009, depois que meu filho Max nasceu, eu soube que precisava fazer alguma coisa para ajudar outras crianças e outras famílias ao redor do mundo; foi quando eu me voluntariei para ser embaixadora contra a fome mundial ao lado do Programa Mundial contra a Fome das Nações Unidas (WFP), bem como porta-voz voluntária das Marcas Yum! no programa World Hunger Relief. Só que essa é mais do que a minha história. É a história de milhões de crianças e famílias ao redor do mundo, precisando de nossa ajuda.

No ano passado, muitos de vocês se uniram à mim na campanha do #PasstheRedCup, na tentativa de aumentar a consciência acerca da crise de fome mundial. 805 milhões de pessoas, dentre elas, muitas crianças, vão dormir com fome todas as noites. E o copo vermelho é o símbolo que representa as refeições que milhões de crianças recebem no programa de abastecimento de escolas do WFP. 

Juntos, nós criamos um movimento e milhões de dólares foram levantados para apoiar os programas do WFP. Desde 2002, a campanha do World Hunger Relief das marcas Yum! já angariaram 600 milhões em dinheiro e em doação de alimentos, possibilitando 2.4 bilhões de comida nutritiva para mulheres e crianças ao redor do globo.

A questão é: a gente ainda tem muito o que fazer.

Eu visitei campos de ajuda do WFP em Ruanda, Haiti e Guatemala. Vi, em primeira mão, a necessidade. O senso de desespero no olhar de uma mãe que segura um filho faminto. Também vi a felicidade. O rosto das mães e filhos brilham quando são servidos pelo WFP. Eu senti a alegria de dar um prato na mão de uma criança que não tem a menor ideia de quem eu sou. Ela sorri simplesmente em agradecimento pela comida que eu lhe entrego. É a refeição que possivelmente será a única que elas comerão durante todo o dia.

Alimentar uma criança é uma experiência que muda a nossa vida. E todos nós temos o poder de fazê-la. Tem comida suficiente no planeta para alimentar todo o mundo. Se todos nós doarmos um pouco mais de tempo e dinheiro, nós podemos erradicar a fome mundial que conhecemos hoje. Minha maior esperança é que, daqui a 10 anos, possamos olhar para trás com orgulho sabendo que o mundo se uniu para eliminar a fome. 

Eu quero que meus filhos, Max e Summer, sempre saibam agradecer o que eles têm, mas que também entendam que eles têm um papel a cumprir, ajudando nossos colegas cidadãos de todo o mundo a satisfazer a necessidade primária da fome. Eu adoraria que eles encontrassem esse artigo no futuro daqui a dez anos e soubessem que a fome mundial tem fim.

Eu sei que a gente consegue! Por favor, doem o que puderem para a campanha do World Hunger Relief no HungertoHope.com. Compartilhe esta história com seus amigos e família e incentive-os a ser envolver. Façam o possível em suas comunidades locais para ajudar a combater a fome mundial. Juntos, vamos tirar o mundo da fome e dar-lhe esperança!

Segundo o Huffington Post, essa mensagem faz parte de uma série de postagens do aniversário de 10 anos do jornal, e conta com artigos escritos por especialistas convidados para contar suas expectativas para os próximos dez anos em seus respectivos campos de atuação.

Com Matthew no aniversário da boate Hakkasan em las Vegas

Saiba como foi a noite de Christina no Hakkasan (ao lado de Aaron Paul!)

Yo Bitch! – A noite ontem foi de festa para Christina, Matthew e amigos – que incluíram, ao que parece, Aaron Paul, ator que interpretou Jesse Pinkman na série Breaking Bad. As informações são do site Haute Living:

O Hakkasan Las Vegas Restaurante & Nightclub no MGM Grand celebrou o segundo aniversário com uma mega festa na sexta-feira à noite. A cantora Christina Aguilera Aguilera e o noivo Matthew Rutler, juntos com alguns amigos próximos, foram ao evento.

A caminho de cantar no 50º ACM Awards e atualmente liderando o The Voice da NBC, Aguilera chegou por volta da meia noite ao lado de seus convidados, separando um tempo para posar para os fotógrafos no tapete azul. A poderosa vocalista de 34 anos de idade, que estava com um sofisticado vestido Roberto Cavalli e saltos de Christian Louboutin, deu início à noite no Hakkasan. O grupo pediu robalo chileno com mel chinês, pimenta preta frita com contra-filé de costela e merlot, e mais.

Depois da janta, Aguilera e amigos foram para o saguão principal da boate. Quando o grupo chegou na cabine VIP deles no palco principal, Aguilera brindou em celebração com o noivo Rutler e posou para mais algumas fotos. Também estava lá a estrela de Breaking Bad Aaron Paul, que separou um tempo para ficar com o grupo na mesa VIP deles ao longo da noite. Ao som do DJ residente DJ Tiesto, Aguilera parecia estar em bom humor enquanto ela dançava e tirava fotos com os amigos, até saírem por volta das 2:30 da manhã.

O fim de semana parece agitado para Christina. Em Vegas ontem, ela deve seguir rumo para o Texas a tempo do ACM Awards amanhã, onde fará um dueto com Rascal Flatts. Na segunda, deve estar de volta a Los Angeles para mais um programa ao vivo de The Voice.

ABC Family anuncia Hearts and Clubs

“Hearts & Clubs” – Mais sobre a série de Christina e o que ela representa para a ABC Family

O anúncio oficial de “Hearts & Clubs” pela ABC Family nesta semana não foi um anúncio qualquer. Durante a coletiva de imprensa organizada pelo canal para anunciar a programação 2015/2016, ficou claro que a aposta na série produzida por Christina faz parte de um grande plano de mudança de foco do canal.

Não temos acesso à íntegra da apresentação, mas o Hollywood Reporter, que estava na coletiva, diz que “Hearts & Clubs” é um drama musical roteirizado que será parte essencial de uma completa reforma do canal ABC Family. Isso mesmo, a rede está passando por uma repaginada (que poderá, inclusive, mudar de nome) e aposta em Christina para fazer parte disso.

Para quem não sabe, o canal ABC Family é o braço jovem da gigante ABC (concorrente direta da NBC), que tem foco voltado para o público na faixa dos 14 aos 34 anos de idade. Esse foco não vai mudar, mas vai ser explorado de maneira menos infantil, mais sóbria e com mais música. Essa nova estratégia considera o público alvo como “becomers”, faixa etária que compreende as mais importantes primeira-vez da vida de uma pessoa: do primeiro beijo ao primeiro filho, passando pelo primeiro emprego, primeiro carro, primeira casa…

Com isso, a programação feita pelo próprio canal (incluindo Hearts And Clubs) vai dobrar de tamanho e já começa em junho, com a estreia da nova temporada de sua principal série, “Pretty Little Liars”. Mas a série produzida por Christina, que ainda não tem data de estreia nem elenco confirmados, é uma das grandes apostas da nova e mais madura imagem do canal.

Segundo a rede, “Hearts And Clubs” terá uma “trilha sonora incrível”, será feita por Christina em parceria com Austin Winsberg (de Gossip Girl) e pode ser comparada a Glee, “mas com um visual mais sério sobre a vida de artistas e sem a mensagem politicamente correta do musical da Fox“.

Nas gravações de Nashville

People – Christina escolhe favorito em The Voice e fala sobre Nashville

A revista people divulgou duas novas matérias com Christina. Na primeira, envolvendo a coletiva de imprensa de The Voice, ela escolhe qual é o candidato mais forte fora do time dela:

Eu sou muito transparente com o fato de que sou uma enorme fã de Sawyer desde o começo. Ele é definitivamente um favorito fora do meu time. Mas além dos meus, quem eu apoio em primeiro lugar, acho que Sawyer certamente é um destaque. [Quanto ao meu time], acho que eles fizeram performances muito consistentes, muito sólidas até agora. India e Kimberly continuam a se reinventarem e a brilhar. E não não consigo deixar de sentir muito orgulho de Rob, quem eu estou ajudando a sair da zona de conforto para mostrar novos lados de si mesmo. [As eliminações] são a pior parte, mas é a natureza da competição…. o lado bonito desse trabalho é que ao menos damos um ponto de partida com o que podemos oferecer a eles – os conselhos e o tempo que dedicamos, tentando encorajá-los a seguir a direção certa. Entretanto, cabe a eles fazer a coisa acontecer.

O outro artigo é em preparação, claro, à estreia de Christina em Nashville hoje! Vai ao ar “Nobody knows but me”, o primeiro de três episódios que contam com a participação dela. E se você tem medo de ver Christina trocando o foco e embarcando no country… aí vai o que ela tem a dizer:

Acho que minhas raízes vão continuar onde estão, mas isso não significa que não farei colaborações no futuro. [E na atuação], minhas experiências foram ótimas até agora, então se o papel é certo para mim, eu estou aberta a ele – mas meu verdadeiro amor sempre será a música. E não existe gente mais legal do que as do country. O programa não poderia ter sido mais receptivo e aberto à trabalhar comigo. No meu último dia, eles até me fizeram um bolo! Foi uma experiência bacana para minha família.

Com mentores na 8ª temporada de The Voice

Christina fala sobre novo álbum, The Voice e carreira em nova entrevista – leia jácostumar a esse

O Collider.com sentou com os 4 técnicos no The Voice para uma nova e extensa entrevista. Nela, Christina teve a oportunidade de falar sobre o programa, a família e também o novo álbum. Ela não entrou em muitos detalhes, mas já se abriu um pouco mais sobre o que vem por aí. Confira.

O que você vai fazer para destronar Adam e Blake?
Com técnicos diferentes, você tem gostos e estilos diferentes para diferentes talentos que vêm ao programa. Eu sempre penso, “OK, talvez dessa vez eu ganhe”. Eu sei que eles estão nisso há 8 temporadas, e eu não estava aqui na temporada que Usher ganhou. Mas honestamente, eu só quero me divertir, ouvir grandes cantores cantando grandes músicas, e usar meu instinto, como sempre. Tudo acontece por um motivo. Eu tenho certeza que minha hora vai chegar. Mas não é só a gente. É ótimo poder dividir e se orgulhar de alguém que você apoiou durante essa jornada, que é louca e dá muito trabalho a eles. Você tem a oportunidade de ver o que eles passam. É um formato competitivo, o que eu amo e odeio ao mesmo tempo. Eu não gosto quando a música é tão competitiva. Mas é excitante e um ótimo treinamento para preparar esse pessoal para o futuro, quando eles já não mais estarão no programa. É um campo de treinamento incrível, no geral.

Christina, o que você pode falar sobre suas músicas novas?
Ainda é um processo criativo grandioso para mim. Eu não fico lançando música por aí só para eles continuarem chegando. Eu acredito na arte de criar e no tempo que me leva para nutrir algo e me dedicar aos detalhes. Eu escrevi muito durante minha gravidez no ano passado, quando eu estava vivendo e absorvendo tudo a minha volta. Isso com certeza vai aparecer no álbum. Minha música sempre vai ter alma, porque é de onde eu me inspiro naturalmente. Mas eu estou particularmente interessada em uma música que Pharrell fez mas que não vamos entrar em muito detalhes agora. É uma música muito, muito legal. No fim, estou simplesmente feliz de trabalhar em coisas que me empolgam e não são forçadas. É um trabalho em andamento.

Quais são alguns dos problemas que você teve que enfrentar e superar com sua própria voz, e que você gosta de dividir com outros cantores?
Cada um de nós tem o próprio estilo. Todo lutamos contra alergias e todos temos dias bons e dias ruins, especialmente durante uma turnê. Você tem que descansar e cuidar de si. Eu recebo massagens. Não tenha medo de se dar pequenos luxos. Também uso algumas pastilhas e sprays de gargante que ajudam. Honestamente, eu adoraria ter um segredo imenso e surpreendente, mas é tudo muito básico. Mel e chá.

O que você faz para garantir que sua bela voz permanece afinada?
Definitivamente, aquecer seu instrumento e tomar o tempo que precisar para tirar aquele sono que você precisa. Com dois filhos, às vezes vocês simplesmente não dorme. Às vezes, você está na estrada e sofre de jet lag [por causa da constante troca de fuso horário]. Você tem que se acostumas com esses obstáculos, e por isso o programa também é bom. Ajuda crianças e adultos a perceberem que é muito difícil ter uma voz incrível na TV, porque às vezes o som é muito condensado e fechado. Isso faz todo o tipo de imperfeição sobressair, o que é louco, mas é como a coisa funciona. Você é um performer e nem sempre as coisas sairão perfeitas. Eu faço aquecimento na voz por cerca de 20 a 30 minutos, passando por notas diversas. É muito importante.

Na indústria do entretenimento, você tem que ser forte. Como técnicos e mentores, qual é a melhor técnica para reconstruir a auto-confiança?
Quando você está em uma plataforma tão grande como essa, e você precisa chamar a atenção do mundo inteiro, o segredo está na sua cabeça. Você pensa, “meu Deus, achei que tinha me saído bem, mas essa pessoa está falando isso ou aquilo de mim”. Isso é parte da indústria e do treinamento, mas é difícil. Eu particularmente gosto de apoiar as mulheres do programa. Nós sofremos mais do que qualquer outro, ter que chegar no palco com saltos altos enquanto os cara chegam de tênis e bota. Morro de inveja. Mas meu coração fica com as meninas que vem aqui. Eu sei o que é ser criticada. É parte do jogo. Mas você nunca vai ser boa suficiente, ou fazer a coisa certa, aos olhos de todo mundo. Isso é algo que eu aprendi há muito tempo. Pode te levar à loucura, te deixar muito nervosa. E eu só quero vê-las brilhando, tendo a oportunidade de subir no palco. Quero que eles saibam aproveitar o momento. Eu não consegui um contrato com gravadora depois do Star Search. Isso demorou anos para acontecer, foi muito tempo depois que saí do programa. É uma das coisas que tenho na manda. Parte das cores conferidas à minha jornada, que tem altos e baixos. Que me fizeram uma guerreira e a pessoa forte que eu sou hoje. É nisso que eu insisto com eles.

Porque vocês acham que o programa de vocês tem sucesso contínuo e seus concorrentes não?
As pessoas se interessam pela jornada. Eles gostam de ver o começo humilde de uma pessoa, que é como todos nós começamos. Eu não nasci em nenhum tipo de riqueza, nem de longe. Meu pai trabalha no exército e nós vivíamos viajando. Meus filhos estão crescendo com uma vida que eu nunca tive. Você consegue ver as histórias se desenrolando. É humano e é real. As lágrimas que você vê são lágrimas de verdade. Eu me emociono muito. Me mata ver alguém do meu tipo ir embora. Você se importa com as pessoas que chegam e fazem de tudo para cantar o melhor que conseguem. A construção faz parecer que é uma luta pela vida ou morte. Eu gosto de chegar no programa e apoiar pessoas até o fim do mundo, e então permitir que eles se desenvolvam em que eles querem ser depois disso. Eu não gosto de parecer que é essa situação de luta pela vida ou morte. É sobre a história e a jornada de alguém. É honesto.

Na performance da NBA

Vídeo, fotos e o falatório da performance de Christina na NBA

Existe alguma coisa que me atrai em Christina Aguilera, e eu não sei bem explicar o que é.

Mentira, sei sim. É o talento puro dessa mulher que me tira do sério. Essa versatilidade, essa autenticidade, essa naturalidade que ela tem para subir num palco e mostrar porque tá ali em cima, sem nem precisar se contorcer em 32 para ver se sai alguma coisa, nem entupir efeitos no palco para ter com o que impressionar as pessoas (reparem como os efeitos complementam a performance dela, mas nunca são o assunto principal no comentário das pessoas).

Não, com Christina Aguilera é diferente.

Cheguei, que que vocês mandam?

Christina nunca colocou a dança e a coreografia bem elaboradas em primeiro lugar, mas ela é nata para isso do jeito que poucas são. Não me refiro a saber dançar aquela dança ensaiada, robótica, perfeita. Estou me referindo à integração do corpo com a música de forma autêntica. Reparem a naturalidade com que ela entra nos passos coreografados e sai para tomar conta do próprio jeito de mover o corpo, sem nunca, no entanto, perder o ritmo e a sincronia com o que os dançarinos estão fazendo. Ela decide quando vai entrar com eles e acerta a hora e o tempo com perfeição, sem precisar olhar e identificar onde eles estão.

Assim, não é difícil perceber como é impecável o equilíbrio e a transição dela para dançar conforme ensaiado, dançar conforme a música e dançar conforme o público. Ela faz coreografia, faz o próprio movimento, joga para a galera, volta para a coreografia e por aí vai. É natural.

Aliás, eu tenho plena certeza de que ela tem consciência disso. Ela entra e controla o palco com o ar e tom de quem sabe o que é e o que vai fazer. Com a confiança de que ela é uma veterana nessa indústria e que podem falar o que quiserem dela, mas respeito ela tem (e o fato de ela não aparecer cantando em todas as oportunidades do planeta acaba tornando as raras oportunidades especiais). Fazer isso depois de 15 anos de carreira nessa indústria, meu amigo… não é fácil.

Sério, quando essa mulher está no topo do jogo dela, não tem para ninguém…

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Christina na 5ª temporada de The Voice

NBA! Grammy! Nova música! Novo álbum! Nick Jonas! Nicki Minaj! Miley! Bang Bang! Max & Summer! Nada ficou de fora em nova entrevista da Christina para a TIME

É tanta coisa bacana em uma entrevista só, que a gente nem soube como escolher uma para figurar no título! Nesse bate-papo com a revista TIME, Christina diz porque não foi ao Grammy, o que a gente pode esperar da performance de domingo (com um convidado especial!), e quem na indústria da música atual ela imaginaria em um remake de Lady Maramalade. Vamos descobrir?

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Christina e uma turma no Tonight Show

Na mídia – Christina rouba cena no quadro musical do Tonight Show

Na notícia anterior, muitos de nós comentamos como é incrível que quando a Christina começa a cantar, todos os olhos e ouvidos imediatamente se voltam à ela. Ontem, cercada de tantos talentos e superestrelas, ficou evidente que nós não estamos sozinhos nesse pensamento. Quer ver por que? Aí vão algumas das matérias publicadas por essas revistas na web.

Vamos começar pelo Daily Mail, que já deixou tudo bem claro no título do artigo: “Christina Aguilera lidera um sing-along recheado de celebridades no especial de Jimmy Fallon para o Super Bowl”.

No corpo do texto, eles se uniram à várias outras publicações:

Poderosa: Christina colocou o público na palma das mãos graças aos seus impressionantes vocais – Daily Mail.

Assista ao vídeo logo abaixo, e não deixe de ficar até o final para ver Christina Aguilera aparecendo e cantando daquele jeito que só Aguilera sabe fazer. – Billboard

Usher, Blake Shelton, Meghan Trainor e One Direction (que não faz muita coisa depois de serem confinados dentro de um quadradinho) também contribuíram para o quadro, mas em uma performance à capella que reuniu vozeirões como Underwood e Grande, é Christina Aguilera quem rouba a música levando o refrão final às alturas durante o grand finale. – Rolling Stones

Apesar da variedade de gêneros, todas as estrelas envolvidas se saíram bem juntos. Christina Aguilera meio que rouba a cena no final, abafando todo mundo com seus vocais dramáticos. Isso já não é novidade para ninguém. – Revista TIME

(…) E então a coisa toda acabou reunindo uma gigante família de celebridades do escalão A, incluindo One Direction, Meghan Trainor e Christina Aguilera (que claramente roubou a música com o vocal foda dela). – Buzzfeed

E você? Perdeu? Não viu o vídeo? Não sabe do que estamos falando? Quer ver de novo? Então clica aqui!

Na 5ª temporada de The Voice

Retorno de Christina é momento aguardado em 2015

Dois dos quatro editores do site That Grape Juice escolheram Christina com um dos momentos mais esperados de 2015, mostrando que não somos nós, os fãs, que estamos sedentos por uma grande explosão dela no mundo musical.

Os editores do site tiveram que apontar apenas três desejos para a indústria da música neste ano, e aí vai o que eles tiveram a escolher (com o trecho de Christina em destaque):

Editor Sam
Um novo álbum de Beyoncé
O retorno de Janet Jackson
Reencontro das Destiny’s Child

Editor David
Mais diversidade nas rádios Top 40
O surgimento de uma nova estrela R&B
O retorno do empresariado no estilo de Matthew Knowles

Editor Rashad
Que um artista negro domine as paradas com música de respeito
Um grupo vocal
O retorno completo de Christina Aguilera

E eu não me refiro apenas literalmente, eu me refiro à Xtina por quem todo o mundo se apaixonou – vocais, coreografia, palco, convicção, etc. Por ser uma artista que sabe equilibrar os álbuns dela entre substância e superficialidade, eu amaria que ela nos seduzisse com um single pop grudento, para então nos cativar com um álbum pop de qualidade (um cruzamento entre Stripped e Bionic).

Editor Joe
O retorno das músicas uptempo
Diversividade entre os artistas homens
Um álbum sucesso de vendas por Christina Aguilera

Lotus deixou um gosto ruim na minha boca. Não por conta de material fraco, justamente o contrário. O álbum tinha vários momentos comerciais que o Time Xtina nunca soube tirar vantagem. Uma vergonha, porque o público tem gostado cada vem mais dela desde que ela entrou para The Voice. Agora que a cantora voltou ao estúdio e ao assento dela no programa, espero que ela tenha as pessoas certas em torno dela para ajudar nas escolhas certas, quanto a direção criativa, escolha dos singles, treinamento de mídia, sonoridade em geral, e principalmente PROMOÇÃO. Solte os fogos, Xtina!

Normalmente, nós não postamos esse tipo de artigo aqui – mas considerei bacana dois dos 4 editores – com escolhas tão genéricas e pedindo mais diversidade no mundo da música – apontarem especificamente o nome de Christina.

Christina, sua linda,

O mundo está te esperando.

Aproveita.