Ografias

DJ Premier fala sobre atual estágio do próximo álbum de Christina

Segurem-se em suas cadeiras porque essa pode render. Respondendo a um fã no Twitter, e com poucas, palavras, DJ Premier acabou dando uma notícia que muitos de nós queríamos ouvir – e outra, que muitos de nós estávamos doidos para não ser verdade. Vamos começar com a boa? Aparentemente, Premier ainda está envolvido com o álbum, já que ele parece saber em que estágio a coisa anda.

O problema é que, apesar de as músicas com Pharrel e com o DaInternez terem sido feitas há um bom tempo (e sabemos que Christina estava gravando desde a gravidez de Summer, que já vai celebrar um ano de idade neste mês), só agora Christina sentou e entrou no clima para começar o álbum. Aí vai o que ele disse:

Ela literalmente só começou a gravar agora, então fique feliz que ela voltou a sentir o clima para gravar. Dê tempo.

Se o álbum for lançado no próximo ano, poderá se equiparar (ou até superar) o maior espaço de tempo entre álbuns de Christina, quando ela levou 4 anos entre Stripped e Back to Basics. Por sua vez, entre Back to Basics e Bionic, foi lançada a coletânea Keeps Getting Better, que teve uma leve maratona promocional para aliviar nossa saudade. A coisa não tá fácil, né?

Christina no estúdio em 2013

Áudio – Faixa produzida por DaInternz, “Need Your Love”, é registrada na PRS; ouça a suposta demo [Atualizado]

Parece que julho não vai se despedir sem deixar sua marquinha na (silenciosa) jornada rumo ao novo álbum! Segundo usuários que têm acesso aos registros musicais da PRS, uma nova música de Christina acaba de ser registrada: “Need Your Love“.

Além do título, os registros revelam que a canção não foi composta por Christina, tem 3m13s de duração e foi assinada e produzida por Sean ‘Elijah Blake’ Fenton, David Asante, James Arthur & Da Internz.

E tem mais! Aparentemente, a demo já está rodando na net na voz de um dos compositores, Sean ‘Elijah Blake’ Fenton, e você pode ouvi-la logo abaixo. É claro que não temos ainda como confirmar a veracidade de todas essas informações – e músicas registradas frequentemente têm seus títulos alterados ou nem mesmo entram para o trabalho final – mas a gente tava precisando pelo menos de um sinal de que as coisas estão acontecendo, não é?

Atualização – Segundo ChristinaVIP, essa não é uma das músicas de Christina. Ele diz que a informação partiu direto do time dela. É esperar para ver.

No clipe de Let There be Love

Compositora de Let there Be Love achou clipe “estranho e meio preguiçoso”

Para os fãs, uma surpresa que surgiu do nada muito depois que a era Lotus foi encerrada. Afinal, quem esqueceu a sensação que foi ficar online logo depois daquela carta e dar de cara com mais esse presente?

Aparentemente, Bonnie McKee, co-compositora da música, não se impressionou. A revelação foi feita em uma entrevista com o Idolator:

Existe alguma música que você escreveu achando que seria um grande hit, mas que não colou?

Eu me surpreendi quando Birthday, da Katy Perry, não decolou. Não sei o que deu errado. Não sei se foi o clipe que não foi bom ou se não era o momento certo para lançá-la, ou até se algo maior estava acontecendo na época. Eu não sei. E também, American Girl. Eu senti que aquela foi…. eu comecei a tocá-la de novo porque voltei a me apresentar. E sempre penso, “gente, essa música é muito boa, não sei o que houve”. Mais o que…? Let There Be Love, da Christina Aguilera.

Essa era a melhor música do Lotus.

Concordo plenamente. Quando a gente a compôs, Max e eu tivemos aquele sentimento bom. Tinha aquele som de sucesso e Christina estava no The Voice na época, num momento legal. Mas eu acho que a música não foi oficialmente lançada. Ela fez um clipe esquisito que era meio preguiçoso. Foi outra hora que eu pensei, “Hmm… que estranho”.

Ian Kirkpatrick

Christina está no estúdio gravando com produtor Ian Kirkpatrick

Eu ia postar outra notícia sobre perfumes, mas achei que talvez esta interessaria mais :) O produtor Ian Kirkpatrick postou uma foto do estúdio pessoal de Christina no Instagram comentando que eles estão gravando juntos, e que o encontro foi “uma das sessões mais loucas da história”! Confira:

Noite incrível no palácio da Rainha Aguilera… uma das sessões mais loucas e divertidas da história!

Ian já trabalhou com uma série de artistas no passado, mas o trabalho mais frequente foi com Neon Trees, em 2010. Neste link aqui, você pode conferir uma lista de suas produções.

Na 8ª temporada de The Voice

E! Online – Christina voltará em The Voice 10, mas quer focar na música antes

Com o anúncio do painel da 9ª temporada The Voice, vieram também as especulações acerca do retorno de Christina. O site GossipCop disse ter confirmado que Christina já está com a volta acertada para a 10ª temporada, mas, como já era de se esperar, a NBC só deve se manifestar quando a próxima temporada acabar.

Agora, o canal E! diz ter obtido a mesma informação, mas Christina quer dar especial atenção ao novo CD e à Summer antes de isso acontecer:

Uma fonte disse ao E! News que Aguilera planeja retornar para a 10ª temporada. “No momento, ela está com o foco na maternidade e em novas músicas.

A 9ª temporada, que mais uma vez reunirá Gwen Stefani, Pharrel, Adam e Blake, começa a gravar neste mês.

Christina no estúdio em 2013

ChristinaVIP – Christina está protegendo entrada de estúdio

Quem ainda tem curiosidade nos comentários de ChristinaVIP, deve ter percebido um tweet enviado no começo do mês: aparentemente, Christina está mantendo o estúdio de gravações fora do alcance de qualquer interessado em vazar o que não deve. Confira:

Ouvi dizer que Christina está mantendo seguranças na porta dos estúdios, para garantir que ouvidos curiosos não vão alcançar o material movo dela. 

Para quem não sabe, ChristinaVIP era uma das mais confiáveis fontes no mundo de Christina, mas de um tempo pra cá, caiu em desgraça pública. Hoje, coleciona tantos acertos com grande grau de precisão quanto erros – mas como essa boato novo não faz mal à ninguém, que mal faz comentarmos, não é mesmo? *pacientemente esperando*

Can't Hold Us Down

Ariana Grande desabafa e faz “Can’t Hold Us Down” renascer na mídia

A postagem pró-feminismo de Ariana Grande nas redes sociais ontem está ganhando a imprensa – e junto, trazendo à tona a era Stripped de Christina. Já se passaram mais de dez (dez!) anos desde o lançamento do single “Can’t Hold Us Down”, que, dentre os cinco singles de Stripped, teve o segundo melhor desempenho na Billboard (perdendo apenas para Beautiful) – mas, mais do que um número no ranking de mais vendidos, o single deixou marcado também a mensagem a que se propôs.

E assim, com o desabafo de Ariana, publicações como o Washington Post se lembraram de Can’t Hold us Down na hora de repercutir a matéria. O site do canal E!, no entanto, não deixou mesmo o álbum Stripped passar em branco:

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Lotus

Áudio – Trecho de “Easier to Lie”, faixa descartada de Lotus

Gente? Assim, do nada, colocaram no Twitter um áudio de “Easier to Lie” bem na voz de Christina. Esse foi um dos primeiros títulos que conhecemos de Lotus, mas a música ficou de fora da versão final do disco (e parece bem diferente do som geral do álbum, não parece?) O áudio e letra desse trechinho seguem:

Came over here to tell the truth
Vim aqui para te contar a verdade
But looking in your eyes
Mas ao olhar nos seus olhos
Maybe sometimes it’s easier to lie
Às vezes é mais fácil mentir

Para quem não se lembra, há um tempo a canção acabou na voz de Cassadee Pope, cujo vídeo postamos aqui. E aí, o que acharam?

Em sessão de revista para promover Bionic

🎂 Feliz aniversário! 🎂 Os cinco anos de Bionic

A partir de hoje, começam as comemorações do aniversário de 5 anos de um dos trabalhos mais emblemáticos da carreira de Christina, o álbum Bionic. Alvo de chacota jogada por todos os lados quando chegou às lojas em 2010, não é difícil refletir e perceber que o disco já estava fadado ao fracasso comercial antes mesmo de ser lançado. Christina já havia chegado ao topo. Era hora de jogá-la ao chão.

Quando a gente lembra como foi difícil acompanhar as “reportagens” (em grande parte, descaradamente mentirosa) da época, vergonhosamente replicadas pela imprensa sem qualquer profissionalismo, fica aparente o curioso fenômeno que presenciei hoje cedo, quando abri meu instagram. Veja só, me deparei com um dos mesmíssimos meios de comunicação que tanto contribuíram para a chicana biônica de 2010, agora, celebrando seu aniversário.

Aliás, não foi só lá. Basta uma rápida busca para ver artigos e publicações reportando os cinco anos do álbum, esquecendo-se completamente que, quando esse apoio mais importava, a ele não foi dado qualquer chance. Afinal, o que será que mudou de lá para cá?

Eu confesso que minha opinião acerca do álbum transformou-se substancialmente no curso desses anos, especialmente depois do lançamento de Lotus. Quando foi questionada sobre o desempenho comercial de seu projeto futurista, Christina deu de ombros e limitou-se a dizer que o trabalho era à frente de seu tempo. Sabe, parece que ela não estava errada no fim das contas.

Que o lançamento era ousado e grandioso, não tínhamos dúvidas. Quem se lembra que a RCA chegou a divulgar o lançamento do clipe Not Myself Tonight em telões da Times Square? Era nítido, as apostas em Bionic eram altas. Afinal de contas, o disco já havia chamado muita a atenção um ano antes, quando Christina passou a revelar os nomes nada convencionais que estavam ajudando-a a criar um trabalho conceitual que ninguém esperava. Se aquela repercussão fora tanta só com o mencionar daquelas pessoas, não tinha porque apostar pouco. E assim, Bionic deixou de ser só um CD e passou a liderar uma marca, acompanhado do lançamento de uma linha de joias temáticas, de um álbum de remixes (cancelado) e da turnê, que tinha um incrível potencial visual que infelizmente nunca mais será visto.

A propósito, em termos visuais, pode-se dizer que a curtíssima era Bionic foi tão impecável quanto a extravagante era antecessora, Back to Basics. Christina parecia plenamente imersa no projeto que havia criado e conseguiu retratar sua visão para o álbum desde a primeira aparição promocional até durante uma caminhada na rua. Não foi perfeita, longe disso (particularmente não compreendo, e jamais devo compreender, o cabelo enroladinho curto e aquele visual esquisito bem na performance de estreia, no programa de Oprah Winfrey) – mas de todo, foi consistente e condizia com a proposta do disco.

O figurino, a maquiagem, os aparatos de palco, o encarte do disco, a arte de capa (que esconde deliciosos detalhes e ganhou a internet no dia em que foi apresentada), as sessões de fotos para revistas, os clipes: tudo junto formava um grande e coeso conjunto, marcado por gráficos e cores fortes, que ao mesmo tempo combinavam perfeitamente com o som igualmente sombrio. Mais uma vez, Christina havia retratado, com maestria, a imagem de sua música.

Esse é o tipo de envolvimento de Christina com seu trabalho que tanto senti falta em Lotus. Mesmo com toda a confusão envolvendo a adição de músicas no último minuto a pedido da gravadora, dava para sentir em cada entrevista que Christina tinha orgulho do som que havia criado em Bionic. Ela não foi só na contramão de seu trabalho passado, como também foi na contramão de tudo o que estava tocando nas rádios (apesar das inapropriadas comparações). Além disso, na minha opinião humilde que divido com vocês aqui hoje, Bionic tem algumas das melhores entrevistas e performances da carreira de Christina.

É claro, não vou mentir e dizer que acho o trabalho perfeito. Para ser sincero mesmo, acho que algumas das letras que fazem parte de Bionic não estão nem um pouco à altura da voz e do trabalho de Christina, e em alguns momentos, chegam a me incomodar – mas, sendo honesto mais uma vez, penso o mesmo de algumas letras de Back to Basics. Só que, assim como acontece com seu antecessor, que é tão diferente dele, quando Bionic brilha, ele brilha.

E assim, o que importa é que hoje, ao ouvir apreciar Bionic, eu percebo claramente o trabalho e a visão de Christina por trás do álbum. Vejo ali, quer goste ou não, o trabalho de uma artista envolvida até o pescoço com sua criação, desde o encarte belíssimo até a motivação por trás de suas músicas, mesmo que na época, elas não fossem tão claras assim.

É difícil precisar o que deu errado – ou até mesmo como tudo pôde dar tão errado como deu. É fácil odiar Christina Aguilera e talvez ela não tenha contribuído muito para mudar isso. A maratona promocional desengonçada e esparsa pode ter ajudado a piorar. Aliás, decisões ruins nesse percurso pareceram não faltar, seja de quem for – da Christina, do time dela, da gravadora, não sabemos – em alguns momentos tava na cara que a coisa não daria certo mesmo, embora também não saibamos a motivação por trás dessas escolhas. E, por que não considerar que talvez Bionic tenha sido vítima de seu gigantesco hype, às vezes, grande demais para ser correspondido. Mas com sinceridade, rememorando a negatividade em torno de Christina naquele difícil ano de 2010, eu tenho dúvidas se alguma coisa podia ter salvado o lançamento de Bionic.

O que a gente sabe é que o disco tinha atraído atenção suficiente do mundo da música (afinal, foi o segundo álbum mais pirateado do ano) e sua trajetória estampou a capa de notícias em todos os lugares. Ao passo em que despencava nas paradas, tinha espaço garantido, dia a dia, em todos os meios de comunicação especializados.

A propósito, em retrospecto, o “flop” de Bionic nem parece tão terrível assim comparado aos recentes lançamentos de outros artistas de igual calibre. Afinal, foram 110 mil cópias vendidas na primeira semana e a 3ª posição da Billboard. Quantos e quantas venderiam a alma para ter isso de novo? Talvez fossem as expectativas que estivessem altas demais.

Por isso, posso dizer que Bionic tanto me entristece quanto me deixa feliz. Me entristece pensar em todos os planos e em todo o potencial que foi sumariamente jogado fora antes que pudéssemos saborear mais dele. Me deixa feliz, porque quando o coloco ao lado dos outros álbuns de Christina, percebo claramente o poder artístico que ele guarda para estar ali e contribuir, de igual tamanho, para um repertório musical praticamente impecável.

E, como deu para perceber bem hoje nas matérias por aí, Bionic conquistou inegável espaço na indústria musical.

É uma pena que precisou de tanto tempo para esse reconhecimento chegar.

Em estúdio para sessão de fotos em 2006

DaInternz não parece muito ciente do andamento do álbum #6

O DaInternz tá adorando falar da colaboração que fizeram com Christina para o próximo álbum dela, mas em um recente tweet, eles deram a entender que não sabem muito ao certo qual é o andamento do trabalho. Respondendo um tweet de um fã, que havia comentado estar “aguardando pacientemente” pela música, os rapazes responderam:

Vocês estão aguardando??? Não sabem que a gente não recebe nenhum centavo até VOCÊS poderem comprar a música??? Como acha que NÓS estamos???

Por estarem aparentemente inquietos, o fã respondeu que “parece que o trabalho está parado há um tempo e vocês estão só esperando o próximo passo dela”, o que foi confirmado pela dupla. Hmm.