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Christina, Blake e dois cupcakes

Black Shelton fala sobre Just A Fool e Christina em nova entrevista

Christina e Blake Shelton em sessão promocional de The Voice

Blake Shelton está lançando um novo álbum e quer que todos saibam que ele é puro country. Em uma nova entrevista com o Access Hollywood, Blake contou que seus últimos dois álbuns foram influenciados pelo relacionamento com a esposa Miranda Lambert – agora, é hora de voltar ao que chama de “country estereotipado”,  com músicas sobre bebida e a vida sem pretensões. Por conta desse redirecionamento às origens, o Access Hollywood quis saber: Blake Shelton não planeja seguir uma linha mais pop no futuro, como fez Taylor Swift?

… Eu gravei uma música com Christina Aguilera, que foi lançada como single, e fiz uma música com Shakira… Eu… eu não sei, a sensação é incrível, mas eu não sei se as pessoas me levam a sério cantando outro estilo. Eu não vou deixar de ser eu. Eu sou enraizado, por isso, acho melhor ficar com essas minhas raízes country.

O nome de Christina surgiu também quando o assunto foi The Voice. O Access Hollywood perguntou se ele faria como Christina e entraria em um rodízio, mas Blake acha que não:

Sabe, não do jeito que Christina Aguilera fez… eu nunca vou sair por uma temporada para depois voltar. Se eu for me afastar do programa, vai ser para seguir para o próximo capítulo da minha vida. É algo que eu disse desde o começo. No momento, vai ser complicado ligar a TV e ver outra pessoa sentada na minha cadeira, sabe?

Christina em estúdio gravando Say Something

Colaboradora em Lotus diz que Christina é “compositora dos sonhos”

Christina em sessão de fotos no estúdio

Ali Tamposi é uma moça nova, mas já coleciona créditos com Kelly Clarkson, Beyoncé e Christina. Falando sobre a carreira ao Music Connection, Ali (que, em Lotus, escreveu Empty Words com Christina) dividiu algumas experiências, falando sobre o que é difícil e quase nunca dá certo na indústria, e também aqueles momentos inesquecíveis que ela já viveu nesse meio. Dentre esses momentos está a colaboração com Christina, cujo trecho de menção é o que segue:

Embora Aguilera tenha dado o próprio toque à música no estúdio, Tamposi diz que colaborou pessoalmente nas sessões com a estrela pop, quem ela chama de “uma compositora dos sonhos”.  “Ela é uma das artistas com quem eu me senti mais confortável escrevendo junto. E quando ela chega para colocar os vocais na faixa, é simplesmente arrebatador”.

Christina fala ao Hecho en America

Christina foi a show de stand-up ontem e parabeniza artista

Com Matthew na rua

Ainda não temos fotos, mas segundo um tweet, o comediante Jon deWalt foi agraciado com a presença de Christina no show de stand-up comedy que fez ontem. O artista conta que ela não só foi assistir ao número, como também dedicou um tempinho para parabenizá-lo pessoalmente:

Honrado. Xtina veio até mim depois do meu show para me dizer que é uma grande fã. Não Christina, o fã aqui sou eu!

Scott Storch tenta voltar ao sucesso e se arrepende de ter descartado “Back to Basics”

Scott Storch em estúdio

Na notícia anterior, comentamos sobre uma bem sucedida parceria de Christina que, apesar de não ter rendido mais frutos, continua em bons termos. Muitos fãs devem saber, entretanto, que ao contrário dela, a parceria entre Scott Storch e Christina foi bruscamente rompida: os produziram juntos  e lado a lado grande parte de “Stripped”, incluindo as favoritas de fãs, as faixas mais puras do álbum e da carreira dela (colaborações que incluem Stripped Intro, Can’t Hold Us Down, Walk Away, Fighter, Loving Me 4 Me e mais).

A bem sucedida parceria foi rompida quando Christina convidou Scott para trabalhar em Back to Basics, mas o produtor fez um monte de exigências, resistiu voltar e a dupla rompeu. Scott criticou Christina, criticou o álbum, e ela respondeu com a faixa F.U.S.S. (“Fuck You, Scott Storch). Em uma nova matéria da Billboard, a revista conta que foi essa postura que sepultou a carreira de um dos maiores produtores da música:

Depois de uma carreira estrondosa criando sucesso para Beyoncé, Chris Brown, Pink, Christina Aguilera e Justin Timberlake, Storch se auto-destruiu de maneira espetacular e muito pública. Graças a um monstruoso vício em cocaína e um estilo de vida irresponsável, ele torrou uma fortuna de 70 milhões de dólares e afastou dele as gravadoras, os empresários e os artistas que o fizeram rico.

Agora, Scott diz ter se recuperado e está pronto para voltar (ele teve uma recaída em 2012, curiosamente quando anunciou que estava trabalhando com Christina em Lotus, o que nunca aconteceu). Ele se diz pronto a retomar os passos, contando para a Billboard o que ele pretende fazer de diferente desta vez, citando justamente a resistência de trabalhar em Back to Basics como exemplo. Segundo a revista, as exigências foram fruto de um “trabalho de vaidade” que ele pretende evitar agora:

[Scott] garante que não vai mais trabalhar por vaidade, como quando ele passou a oportunidade de produzir o álbum Back to Basics de Christina Aguilera, que vendeu 1.7 milhões de cópias (nos EUA), para trabalhar com o álbum de estreia de Paris Hilton (ele e Hilton estavam namorando na época).

E você, gostaria de ver Christina e Scott juntos novamente?

Capa do álbum Bionic

D*Face conta como foi criar a arte de capa de Bionic

Capa do álbum Bionic

Se você já era fã quando Bionic foi anunciado, deve se lembrar que a capa do álbum foi praticamente uma unanimidade universal: a arte, criada em parceria com o artista britânico D*Face, foi notícias nas principais mídias de entretenimento do mundo. Passados poucos mais de 4 anos do lançamento, D*Face teve a oportunidade de contar a um jornal como foi a experiência:

Christina e o então-marido dela Jordan Bratman já eram compradores do meu trabalho há um tempo. Eles se tornaram bons amigos meus e nós regularmente saíamos juntos. Jordan ainda é um dos meus melhores amigos, uma das melhores pessoas que você pode conhecer; um verdadeiro irmão. Quando Christina me perguntou se eu poderia produzir a arte do próximo lançamento dela, eu me senti honrado mas também um pouco preocupado, para ser honesto. Apesar de ela ser uma pessoa legal e de eu gostar de passar o tempo na companhia dela, não era bem o tipo de música que eu escutava, e eu nem sabia como eu poderia contribuir para o que ela estava fazendo.

Ela me explicou que eu teria completo controle criativo e trabalharia na arte diretamente ao lado dela e de Jordan. Eu pedi para escutar o álbum para ver o que viria à minha mente. Ela me disse, “Eu gosto de como você coloca caveiras nos seus quadros, mas não me faça parecer morta”. O álbum tinha um som meio futurista, mas também nostálgico, e mesmo que você não goste da música dela, não dá para negar que ela é uma cantora incrível – a voz dela é inacreditável. Pareceu natural construir a aparência dela em torno de componentes musicais, como se fosse um robô movido a vapor. A influência sobre o trabalho foi consideravelmente pequena, por isso, enquanto produzir aquela capa tenha me consumido um tempo imenso, foi um processo muito tranquilo.