Revistas, sites e blogs falam sobre visual clean de Christina

Visual de Christina ganha capa de revistas

O acertado visual e figurino de Christina ganharam a imprensa após o evento de estreia do novo The Voice. Todos os olhos estavam voltados para Christina e renderam capas de sites como o Yahoo, e de revistas como a People. Para uma fonte da revista, que revelou que ela está comendo bem e tentando novos exercícios, o segredo está em tirar um tempo para si mesma:

Sem as massantes horas de gravação, Christina detém o foco principalmente em si própria. É incrível o que um pouco de tempo pessoal pode fazer para o corpo, mente e espírito dela.

A estilista Simone Harouche disse que Christina tem mudado um pouco o estilo de se vestir: “Christina está numa excelente época na vida dela e reflete isso por fora. Está flertando com modelos menos provocantes. Ela ainda quer mostrar que é feminina e sensual, mas as roupas que têm escolhido ultimamente tem deixado menos para a imaginação. Às vezes, a roupa mostra onde sua mente está. A de Christina parece estar bem feliz e isso reflete nas escolhas de figurino”.

Responsável pelo cabelo, o nosso querido David Babaii disse: “Quisemos mantê-lo natural. Muito fácil, chique, bohemian, leve. Tem um clima de veraneio, californiano. Eu recebo muitos tweets de fãs dela pedindo determinados visuais. Mas eu nunca tinha recebido mais de 2 mil mensagens no facebook me elogiando!”.

Christina também parece estar de maquiadora nova: Mary Phillips. Segundo ela, “Christina não queria nada muito louco, só se sentir brilhante e bonita. Fomos para um look de loiraça, bem beijada pelo Sol. Ela usa muito batom vermelho mas eu quis que fosse algo diferente dessa vez. Então fizemos algo reduzido, combinando com a primavera. Muitos cílios e uma bele bem limpa”.

Na versão impressa da People, fontes revelaram que ela tamém mudou a dieta e os exercícios.

Christina está explorando novos métodos de se exercitar com a ajuda do mestre da boa-forma, Tee Sorge. Ela começou uma rotina de malhação em casa e também está vigiando o que come. Está optando como comidas como atum e salada ao invés de hambúrguer. Christina geralmente é bem confortável com o corpo que tem e em uma recente sessão de fotos, pareceu bem feliz com o tamanho atual. Naquele dia, pareceu ter uma excelente noção do que pode fazer com ele.

Artigo sobre Mark Ronson revela curiosidades de Back to Basics

Christina no encarte de Back to Basics

O artigo é antigo – data de 2007 – mas nesse ano dia fraco de notícias achamos interessante compartilhar este achado, que para mim, é novidade. Nele, um dos responsáveis por algumas canções de Back To Basics revela como foi trabalhar com Christina e conta que, curiosamente, Hurt e Welcome tiveram origem na mesma faixa-demo. Aí vai o que Mark Ronson disse:

Eu ouvi falaram que ela estava recebendo músicas. Não coloquei muita fé, imaginei que nada do que eu estava fazendo seria do gosto dela. Enviei algumas faixas hip-hop que estavam perdidas no meu acervo e me retornaram quatro dias depois, dizendo que ela gostou das músicas. Eu havia imaginado que daria Slow Down Baby para alguém como o rapper MOP. Ela e Linda Perry gostaram muito de uma demo meio Beatles, pegaram parte para fazer Welcome e outra parte para fazer Hurt. Duas músicas pelo preço de uma.

Entertainment Weekly faz retrospecto dos ‘Artistas Revelação’ do Grammy

Christina vencendo o primeiro Grammy

Os Grammy Awards já estão batendo à porta, e com isso, uma série de artigos relembrando os vencedores e visuais do passado começam a aparecer. A Entertaiment Weekly decidiu dar uma olhada em onde estão os vencedores do prêmio de Artista Revelação dos últimos anos, um dos troféus mais importantes e especiais da música porque o artista só pode ser indicado a ele uma única vez. Na retrospectiva, a revista destaca 10 grandes escolhas da academia (Christina inclusa) e 5 decisões em falso.  Aí vai o que eles disseram do ano de 2000:

A famosa competição deste ano colocou duas ex-Mouseketeers frente à frente: Britney Spears e Christina Aguilera. As duas alcançaram um sucesso comercial invejável, mas a Academia não teve dúvidas na hora de escolher o maior talento vocal; munida com uma voz poderosa e uma personalidade inspiradora, Aguilera continou o caminho com presença constante nas paradas. Sucessos como Beautiful e Lady Marmalade garantiram viagens de volta ao Grammy e a qualificaram como mentora no The Voice.

Até agora, não existe nenhuma palavra de que Christina participará da premiação deste ano.

Christina fala de estilo pessoal em nova matéria da Teen Vogue

Christina na sessão do Red Sin

Na esteira do lançamento do perfume Red Sin, a Teen Vogue fez uma matéria com Christina, na qual ela revela alguns dos pensamentos que tem sobre o próprio estilo visual: presente ou passado.

Eu nunca poderia abrir mão do meu amor por experimentar com maquiagem, visual, estilos, penteados e perucas! É muito divertido para mim, como artista e como pessoa, manter as coisas mudando e com um toque teatral. Eu nunca quis me vestir como os meus colegas na escola. Às vezes, você pensa: ‘Meu Deus, onde eu estava com a cabeça?’. É importante passar por isso. Hoje, eu olho para essas fotos e penso: ‘Ótimo, eu tive a coragem necessária para fazer isso. Eu fui eu mesma’. Acho que isso é importante. A pessoa que você é quando adolescente é diferente da pessoa que você será um dia. Todos passamos por essas fases estranhas e, confie em mim, todos nós sabemos bem o que é isso.

Fazia tempo que Christina não saía em uma revista volta ao público adolescente, não é mesmo? Por isso, os conselhos não podiam ficar de fora:

Para mim, é importante escutar e, no fim do dia, apoiar a individualidade, a particularidade do espírito de cada um. Saber que tudo não passa de um momento pequeno na nossa vida, até mesmo os mais difíceis. Acho que é importante se manter firme em quem você acredita que é, perceber que existe um cenário maior do que o simples aqui e agora. Às vezes, basta aceitar suas próprias imperfeições. Eu falo sobre isso em músicas como Beautiful e em meu novo álbum, Lotus. É isso que me inspira ser a artista que sou hoje, que continua crescer e criando música para dar aos meus guerreiros que existem por aí.

Obrigado Bah, por sem querer nos dar a dica da matéria!

Cinco razões para amar Christina Aguilera.

Christina em performance de Make The World Move

No aniversário de Christina, um site publicou um artigo com os 5 motivos pelos quais Christina merece admiração. Não postamos aqui naquela ocasião, mas hoje, dia fraco de notícias, achamos bacana dividir como é a percepção da imprensa quando não estão procurando boatos para publicar por aí. Que sirva também para lembrar porque todos nós somos fãs, já que o desempenho fraco na parada parece servir de motivo para brigas e insultos contra os outros e contra a própria Christina, como os comentários da notícia anterior infelizmente registraram. O artigo original é do Wetpaint.

  • Ela não liga de emprestar o talento em tempos de tragédias. Quando o furacão Sandy devastou a costa oeste, Christina cruzou o país para cantar em um concerto beneficente que levantou milhões de dólares para o amparo às vítimas. Logo depois disso, com a tragédia em Connecticut, Christina e o resto do elenco de The Voice cantou em uma homenagem para as vítimas fatais.
    iloveaguilera.wordpress.com
  • Ela ainda tem aquele toque especial. Garota, a gente tá te ouvindo! Passados mais de 10 anos nesse meio, nossa menina ainda tem vocais incrivelmente impressionantes. Apesar de o novo álbum, Lotus, não ser exatamente um dominador de paradas, nós reconhecemos talento quando o escutamos – tipo um mentor nos testes cegos.
    iloveaguilera.wordpress.com
  • Ela é um exemplo de como ter classe. Christina recebeu comentários odiosos do The Wanted e até de fãs enfurecidas de Bieber, mas ela raramente responde ou se envolve nessas dicussões. Claro, ela e Adam tiveram um desentendimento sobre Tony Lucca, mas os mentores continuam amigos próximos apesar de todas as diferenças. Nas palavras de Mary J. Blige, “chega de drama na minha vida”.
    iloveaguilera.wordpress.com
  • Os acessórios favoritos dela são perucas e leques. Parte do motivo de assistirmos The Voice toda semana é para ver qual o visual maluco que Xtina vai usar. Pode-se dizer que ela é previsível no aspecto de que há 90% de chance de envolver uma peruca multicolorida e um leque exagerado. A moça até mesmo se abana enquanto canta com um afro na cabeça e altíssimos saltos no pé. Respeito.
    iloveaguilera.wordpress.com
  • Ela não dá a menor importância para a opinião dos outros. Depois de anos de críticas sobre o peso e figurino, Christina provou para os fãs que ela realmente é bela, independente do que digam. Num mundo de tamanho-0 e distúrbios alimentares, Xtina exibe as curvas mais cheias em todas as oportunidades que puder. Mande a ver, Lady Marmalade!

Será que todos nos lembramos disso? Eu sei que somos pessoalmente exigentes com quem amamos e por isso costumamos exagerar quando as coisas não saem do nosso jeito. Também sei que meu comentário não é nem um pouco mais importante do que os demais que recebemos diariamente, mas acho que poderíamos praticar um pouco mais de tolerância com os outros e com Christina quando expressamos nossa opinião. Lembrem-se: sempre há uma maneira educada de dizer o que pensamos, essa é uma lição para a vida. No fim, nenhum de nós aqui sabe os motivos de as coisas serem como são, o que tem por trás dos panos, por isso, não adianta xingar um e outro por conta disso. Também não temos nenhuma autoridade para dizer que “sentimos pena” de quem gosta dela hoje ou como era antes, porque cada um se conecta de uma forma diferente, quer concorde ou não. Por isso, proponho fazermos um teste antes de comentarmos: nunca postar correndo, só dizer o que pensa e ponto final. Pare, reflita e se pergunta se tem um jeito melhor de se expressar. E não vale só escrever tudo de qualquer jeito e depois começar ou terminar com uma expressão educada, rs. Turn up the love…

A polêmica matéria da MTV e como ela realmente foi escrita

Uma matéria publicada pela MTV tem dado o que falar aqui no Brasil, em parte, graças à reportagem jornalística de primeira qualidade publicada por um portalzinho nacional, copiada e repostada por sites como a Jovem Pan. Como checar a fonte original é algo que dá muito trabalho – afinal, quem tem tempo pra isso? – todos estão repetindo o que nunca foi dito. A matéria original da MTV, subintitulada “Lotus não alcança expectativas, mas talvez, essa nunca foi a intenção” – faz uma análise positiva sobre o local de Christina na música. O que foi repetido aqui no Brasil, entretanto, é um um trabalho de mutilação sem credibilidade que transportou palavras para lugares que nunca pertenceram.

Para evitar confusão, basta comparar as matérias divulgadas aqui no Brasil (como o link da Pan, postado acima) com a matéria original, traduzida na íntegra logo abaixo. E lembrem-se: não levem em consideração o que vocês encontram naquele site. Não tem porque se preocupar com alguém que, declaradamente, detesta Christina.

O álbum Lotus, de Christina Aguilera, deveria representar o retorno dela ao trono, sendo uma coleção de músicas compostas pelos maiores produtores da indústria (Max Martin, Shellback, Alex Da Kid), precedido por um empolgante primeiro single e recheado de duetos – no plural – com dois mentores de The Voice (no ano passado, ela já havia riscado Adam Levine da lista com “Moves Like Jagger”).

É claro que, quando o pessoal da SoundScan liberou os números na última quarta-feira, vimos que as coisas não saíram bem como Aguilera planejava: Lotus vendeu pouco menos de 73 mil cópias, um número que não é um destastre mas também não é nada inspirador. Ele estreou na 7ª posição do top 200, atrás de álbuns como a trilha sonora de Amanhecer, o Trilogy do Weeknd (que já foi lançado gratuitamente no ano passado) e King Animal do Soundgarden. E, ainda, não chegou nem perto das vendas de Red, de Taylor Swift – que está na 4ª semana do lançamento – ou Take Me Home do One Direction, que vendeu 500 mil cópias a mais que Lotus.

Enquanto não é certo chamar o álbum de fracasso, não dá para escapar do fato de que também não foi um retorno triunfante. Mas por outro lado, talvez a intenção nunca tenha sido essa.

Se por um lado Aguilera ainda comanda um imensa – e maníaca – fanbase online (escreva qualquer coisa menos do que elogiosa sobre ela e veja a prova dessa minha assertiva), talvez foi injusto esperarmos tanto de Lotus, especialmente dada a recente história de Aguilera. Todos sabemos qual foi o resultado de Bionic, mas o estado atual da venda de álbuns em geral não conta a história inteira. É melhor analisarmos o desempenho dela na parada de singles – o verdadeiro teste de qualquer estrela pop – porque, aí sim, nós já podíamos traças expectativas mais reais.

Aguilera só tem três #1 solo na Hot 100 da Billboard, sendo que dois aconteceram na época em que Clinton era presidente. O quarto foi Lady Marmalade, música com Pink, Mya e Lil’ Kim, e o quinto foi Moves Like Jagger, uma música do Maroon 5 que tinha ela como convidada. Desde 2002, ela só teve três singles no Top 10 (Beautiful em 2002, Ain’t No Other Man em 2006 e Keeps Gettin’ Better em 2008), sendo que o melhor desempenho recente foi de Not Myself Tonight, que chegou na posição 23. O primeiro single de Lotus, Your Body, chegou na 34ª posição e, apenas 8 semanas depois, está em 84. Nada disso é implicância, é apenas uma recapitulação dos fatos.

Então porque Aguilera não consegue replicar o sucesso de outras estrelas pop como Katy Perry, Lady Gaga, Rihanna ou Beyoncé? Existem várias teorias, sendo as mais comuns (sejam reais ou imaginárias) as que dizem que ela não é adorável como Perry ou Bey, que não é dedicada como Gaga (e por isso, as pessoas não se conectam com ela), ou simplesmente porque não tem tomado decisões como as de Rihanna – apesar de que essas sejam, no máximo, apenas quase-verdade.

Talvez a resposta seja apenas falta de sucesso dos singles, porque Aguilera não é mais uma estrela pop, ela é uma artista que está neste meio.

E isso não é pouca coisa. Nos melhores momentos dela (e eu queria mais deles em Lotus), ela consegue cantar melhor do que qualquer um, e como a nova onda de estrelas pop tem mostrado rotineiramente, cantar não é algo com o que eles se preocupam muito. Ela ainda lança músicas interessantes – eu me incluo dentre aqueles e amaram Love Your Body e acha que ainda tem muito potencial no álbum, como Make The World Move ou Sing For Me – e, claro, a história de vida dela é o que há de mais inspirador. Ela tem fãs leais – que talvez tenham diminuído com o tempo, mas que ainda estão lá. Ela ainda pode colaborar com qualquer pessoa que ela quiser enquanto faz o tipo de álbum que desejar. Dentro do conceito de artistas de nicho, Aguilera ainda é excelente.  Por isso, acho que é hora de ela parar de competir com os contemporâneos e assumir a situação única na qual ela se encontra. E isso vale também para nós da imprensa. Foi injusto esperamos grandes coisas de Lotus – coisas que ela fazia há 10 anos? Provavelmente. Isso era inevitável? Sem dúvida. De qualquer forma, por que Aguilera precisaria de um “comeback”? No meu ponto de vista, ela está muito bem onde ela está.

O que as matérias nacionais fizeram, como vocês veem, é pegar teorias (as quais o autor da matéria expressa discordância, inclusive!) e jogar como se fizessem parte de uma profunda análise da MTV.

Em síntese, o que eu extraí do artigo – e eu acredito ter interpretado bem – é que Christina está numa situação única. Ela começou como um grande fenômeno pop e ainda é visto como tal, independente do sucesso nas paradas. É claro que isso atrai expectativas, mas também a transforma num artista de nicho: o que significa, nada mais, que Christina desfruta dos privilégios de um grande sucesso - como trabalhar com quem quer, ficar na boca do povo e poder simplesmente participar de qualquer evento – ao mesmo tempo em que não se preocupa com a pressão de produzir qualquer coisa para ficar no topo. Ela goza, ao mesmo tempo, da influência e do prestígio.

Isso não é comum. Isso, meus amigos, é ser Christina Aguilera.

E pelo que ela diz em entrevistas, é bem aí que ela quer ficar.

Leia as respostas de Christina em nova entrevista do Telegraph

O britânico The Telegraph publicou uma nova entrevista com Christina, cuja íntegra em inglês pode ser lida aqui. É uma leitura longa e cansativa, na qual a revista mistura pequenos trechos de entrevista com as próprias percepções acerca dos últimos dois anos de Christina, misturados ao histórico de carreira que todos nós já conhecemos. Por isso, para não atrapalhar a leitura das respostas com um monte de parágrafos inúteis, decidi pegar apenas os trechos que interessam e são novidade.

Para começar, sobre a relação com Adam Levine:

Você sabe, acho que nós dois somos muito passionais. Eu vivo o momento das coisas, por isso não assisto o programa depois. Sinto o que eu sinto, digo o que eu digo e então vou embora. Quando chego em casa, ou fico com meu filho ou vou para o estúdio trabalhar no meu álbum. Divido bem essas tarefas. No começo, todos nós nos demos muito bem, mas quando começamos a filmar eu me surpreendi – não esperava que Adam fosse tão competitivo. Ele quer vencer! E com isso, palavras foram jogadas por aí. Mas se um cara vem tentar ser competitivo comigo, bem, eu também sei ser competitiva de volta!

Sobre o sucesso de Moves Like Jagger que consolidou o single como 2º mais vendido na Inglaterra e revitalizou a carreira do Maroon 5, Christina apontou que “acha que eles nunca tinham experimentado esse nível de sucesso antes”. Outro dos assuntos mencionados pelo jornal é aquelas supostas palavras ditas para a Billboard – aquele artigo falso publicado pela US Weekly, que já foi desmentido. A repórter leu para ela todas aquelas frases que ela teria dito, e essa foi a resposta:

“É, eu não sei nada sobre esses comentários”. “Ela não ficou sabendo disso”, interrompe a assistente, que está há alguns passos da cama. Sério? “Não”, responde Aguilera. “Mas eu sei que já disse sobre aceitar minhas curvas e amar meu corpo. Sempre me senti confortável assim. Mas é, com relação a esse fato específico,  não sei de nada disso”.

“Ela não acompanha a imprensa, seja boa ou ruim”, interrompe novamente a assistente. “É, não acompanho”, Aguilera concorda. “Eu mantenho o foco na minha criatividade e no meu filho. É minha assistente que tem que me contar as coisas. Às vezes eu até ouço uns boatos e preciso perguntar, ‘O que está acontecendo? Estou no escuro, não tenho a menor ideia do que estão dizendo’”.

A repórter insistiu, questionando se ela também não sabe daqueles boatos de que a equipe dela quis interná-la em uma clínica para recuperação de alcólotras:

Oh, vá por mim, existem infinitas estórias por aí. Acontece quando estamos nesse meio, a única solução é aprender a levar socos. E no fim do dia, se eu estou tendo a oportunidade de fazer o que amo e dividir minhas histórias com o mundo, compartilhando minha voz e meus dons com meus fãs e espalhando mensagens positivas, então que seja, certo? Posso levar uns tiros no caminho.

O jornal insistiu na negatividade, buscando a percepção dela sobre a recepção crítica de Bionic ou Burlesque:

“Bionic não foi aquele pacotinho aceitável comercialmente, mas é um belo e experimental trabalho que vai viver o teste do tempo e deixar a marquinha na vida dele. Foi muito artístico.” Ela também se recusa a ver Burlesque como um filme de história boba. Ao invés disso, Aguilera fala sobre trazer à personagem as próprias dores para interpretar a garota que perdeu a mãe. “Provavelmente não é algo obrigatório, mas eu tento fazer tudo da maneira mais real e honesta possível. Eu sinto tudo de forma profunda. Por isso é importante ter uma pele rígida. Vulnerabilidade e fraqueza são sentimentos que eu tive problemas para demonstrar desde que era criança. Por isso eu me sinto bem hoje me abrir em momentos vulneráveis. É uma forma de escape.

Por fim, a revista entra no assunto de divórcio e quer saber quem ficou com a custódia da coleção de artes que decora a casa de Christina, em especial, quadros do artista Bansky.

[Risadas]. Oh meu Deus, próxima pergunta! Mas é, eu tive que ficar com o meu favorito, uma peça que tem a Rainha Victória sentada no rosto de uma mulher.

Fotos e resumo da Conferência Música & TV da Billboard/THR

Christina participou de mais um evento de prestígio hoje, atuando como uma das principais conferencistas de um evento fechado da Billboard/The Hollywood Reporter – os maiores representantes da música, TV e filmes. O bate-papo com Christina foi extremamente bem recebido pela plateia, composta de representantes da indústria do entretenimento que se uniram para discutir o cenário atual da música, cinema e televisão.

Christina foi eleita para tratar do assunto porque é uma figura presente nas três áreas: Com Burlesque, com The Voice, e claro, com a carreira musical ativa. Ninguém mais perfeito para falar, certo? Como sempre, ela foi bem eloquente e recebeu grandes elogios dos presentes. Foi aplaudida logo no começo, quando falou da seriedade da ocasião em contraste com a imprensa de tabloides e blogs de internet:

Agora, todo mundo é crítico. Eu não leio blogs, só Deus sabem que é o fdp escrevendo aquelas porcarias. Tenho certeza que todos aqui já foram odiados por um fdp. Mas aqui, nossa conversa é de verdade.

E nada mais real do que uma vida inteira dentro de TV’s, álbuns e cinema:

Às vezes, a gente sabe qual é o nosso destino. Na minha infância, vivia num ambiente caótico e claustrofóbico. A música surgiu como uma forma de eu desabafar e escapar daquela realidade. Inevitavelmente, isso acaba se tornando seu caminho. Comecei cantando em casamentos aos 6 ou 7 anos de idade. Então fui ao Star Search, que foi minha primeira grande conquista, aos 7 anos de idade. Ed McMahon nem conseguia pronunciar meu nome.

Christina também se lembrou dos tempos do Clube do Mickey, dando créditos ao “excelente diretor responsável pela escolha do elenco. Acho que o nome dele é Mike Casella” (é). Também se lembrou do primeiro encontro com o mentor Ron Fair, hoje grande amigo, que foi o primeiro a contratá-la.

Nossos filhos frequentam a mesma pré-escola. Eu entrei no escritório dele e ele disse, ‘canta para mim’. Comecei a cantar um dos gospels de “The Preacher’s Wife”, de Whitney Houston. Isso ficou na cabeça dele.

Sobre Burlesque, Christina se lembrou especialmente das conversas com Cher.

Cher me ensinou que mesmo fora da cena, devemos ser tão bons – senão melhores – do que o ator que contracena com você. O trabalho fica muito mais bem feito, faz nos doar mais como atores. A cena fica incrível e a gente começa a entender e apreciar mais a beleza do cinema e a paixão, amor e arte que compõe todo o processo de criação. Foi um aprendizado incrível.

Falando sobre Cher, Christina comentou também como é ser uma mulher no meio do entretenimento – certamente um tópico novo para a plateia que possivelmente era composta, na grande maioria, por homens:

É difícil ser uma mulher de muito poder nesse meio. As pessoas me conhecem por não ser sempre calorosa e empolgada, porque isso estimula tentarem nos passar para trás. Você aprende a colocar esse escudo, mas tem um motivo. Na minha música, eu não tenho medo de me abrir sobre minhas inseguranças, vulnerabilidades e sensibilidades. Mas quando chegou no palco, me transformo nessa força incontrolável. É importante saber equilibrar isso.

Christina explicou que é mais fácil balancear esses sentimentos quando não se deixa envolver pelas fofocas e tabloides:

Sou uma mãe e empresária. Tenho um milhão de coisas rodando na minha cabeça e estimulando minha criatividade. Eu coloco meu filho para dormir e corro para o meu jardim, onde fica minha casa de gravações. Não tenho tempo para ouvir barulho sem sentido, nada daquilo é verdade. Aquelas coisas não estão em revistas reais, estão em lixo. É só fofoca.

Se eu vejo uma foto bonitinha do meu filho jogando futebol, peço para me mandarem, mas minha publicista vai confirmar para vocês que eu não quero nem saber se a matéria é boa ou ruim. Não quero acreditar no interesse que têm por mim, quero continuar faminta e buscar ser o melhor que posso ser.

Não demora muito para Christina sair do cinema e dos tabloides para começar a falar sobre TV, mais especificamente, The Voice:

Muitas crianças de 6 anos de idade não conhecem Genie In A Bottle ou Fighter, mas estão me vendo numa cadeira vermelha imensa dando conselhos. Hoje existe muito autotune, e isso é legal, é uma forma de arte. Mas em The Voice, é onde estão os talentos crus, reais. Na verdade, eu nunca vi um episódio completo das outras competições. Eu me lembro dos primeiros comerciais de American Idol, com Simon se comportando como um imbecil. Eu ficava pensando, ‘gente, esse não é o foco!’. Não quero tratar ninguém daquela forma. Eu topei fazer The Voice para mostrar que nós podemos ser positivos. Não é necessário desanimar ninguém. [E aí surge] Jennifer Hudson, [por exemplo], que começou em American Idol, fez Dreamgirls e ganhou um Oscar. Eu sei que nossos formatos são diferentes. Nem mesmo assisto o meu programa, eu o gravo e ponto final. É hora de voltar a ser mamãe, trabalhar no meu álbum, e claro, investir na minha equipe, escolhendo músicas. Faço muito ao mesmo tempo.

Nós [os mentores de The Voice] temos a química de uma família. Todo mundo sabe que eu e Adam Levine implicamos um com o outro. CeeLo é o tranquilão, que vive num espaço realmente artístico. Blake é simplesmente divertido, virou meu irmaozão.

Logo, o assunto voltou para a música de Christina e Lotus, um álbum que conterá, segundo Christina, músicas muito pessoais:

No fim das contas, sou uma garota que gosta de transmitir mensagens. Músicas como Beautiful e Fighter, que são pessoais, vulneráveis mas muito positivas. Eu estava cansada de ficar cantando sobre docinho, lindinhos e gênios na garrafa. [Eu reconheço, no entanto] que foi isso que me deu a liberdade criativa que tenho hoje.

Falando em criatividade, não dá para deixar de fora Linda Perry, que não faz parte de Lotus mas foi figura carimbada em todos os álbuns de Christina desde Stripped, passando até mesmo pela coletânea de sucessos e pela trilha de Burlesque:

Linda Perry é sincera, objetiva e intimida muito homem grande. Ela é incrível. Eu estava passando por um dia horrível quando fui até o estúdio dela. Ficava na casa dela, na época. Estávamos trabalhando juntas em um monte de coisa, até que ela foi ao piano na sala de jantar e começou a cantar [Beautiful].

O público aplaudiu quando ouvir a história que deu origem à um dos maiores singles de Christina, mas ela continou:

[Linda] me aconselhou a não mostrar muito a voz. ‘Não faça aquelas porcarias de Mariah’ – quem disse isso foi ela, não eu. Eu amo essas ‘porcarias’ - Mas ela dizia, ‘não faz isso, só canta!’.

Nova nas redes sociais, Christina comentou também porque não fez parte da febre dos microblogs:

Eu cheguei muito atrasada no Twitter. Quando surgiu, eu via coisas do tipo, ‘esse é meu café da manhã!’. Sério? Quem se importa? Mas agora eu já vi como usá-lo. Outro dia eu fiz um comentário no Twitter, pensando: ‘ah, é para isso que serve!’. Acho que arrumei uma confusão danada [com esse tweet] mas acabei apreciando essa oportunidade. Só não queria ser genérica, alguns usam de forma muito fútil.

Futilidade, no entanto, é algo que Christina pretende deixar de fora do próximo papel no cinema:

Eu quero atuar mais. Quero fazer algo no qual possa realmente me dedicar a um desafio. Ir fora de quem eu sou, fora da música. Eu sempre quis fazer um filme, mas nunca pensei em fazer um musical porque é muito parecido com quem eu sou. Quero que [o próximo] seja bem honesto e genuinamente me faça abrir as asas em busca de algo muito, muito diferente. Uma viciada em drogas ou uma morada de rua consumidora de crack. Algo louco, com conteúdo. Alguém bem longe do que eu sou.

Encerrando, Christina disse estar preparada para tudo nessa indústria e contratempos não ficam no caminho dela: “Merda acontece. É assim que essa indústria funciona. Nem sempre tudo é lindo, enfeitadinho com um laço bonitinho”.

Fizemos essa compilação com base no artigo publicado na Billboard e no E! UK. Amanhã voltaremos com mais fotos e vídeos, se disponíveis. Clique nas imagens desse artigo para vê-las no tamanho completo.

Leia a entrevista de Christina para a Parade Magazine

A revista Parade Magazine divulgou uma pequena entrevista com Christina. Formada por respostas e perguntas curtinhas, a publicação revelou pouca coisa nova, mas deixou a gente por dentro do que Christina cantaria se disputasse algo em The Voice:

Por que você decidiu sair de The Voice?
Para sermos bons técnicos, temos que criar boas músicas e sermos artistas atuais. Precisava de uma pausa para fazer o que eu amo. É bom para me renovar antes de voltar [ao programa]

Como é o seu relacionamento com os outros mentores?
São os irmãos mais velhos que eu sempre quis. Blake é o protetor. CeeLo é o engraçado e como Adam e eu somos muito parecidos, temos nossas implicâncias, mas em tudo nos respeitamos e amamos.

Você presta atenção nos comentários negativos sobre seu corpo e estilo?
Para mim, é tudo barulho. Bloqueio o máximo que consigo. Gosto do meu corpo com curvas, todos nós temos formas e tamanho diferentes e acho que isso deveria ser celebrado.

O que os fãs podem esperar de Lotus?
É uma espécie de renascimento. Passei por muito desde o meu último álbum – participar de The Voice e me divorciar. Lotus reflete esse sofrimento pessoal, mas mais do que isso, o triunfo pessoal também.

O que Christina Aguilera cantaria em um teste no The Voice?
Algo da era do blues. Uma faixa de Billie Holiday ou Etta James.

Por iloveaguilera Postado em Artigos

Rolling Stone revela mais letras e detalhes de músicas de ‘Lotus’

A revista Rolling Stone liberou hoje uma entrevista com Christina, no qual ela revela a história por trás de três músicas e um pouco das letras que em breve poderemos ouvir. Abaixo, confira os detaques do artigo, com todos os trechos que incluem comentários de Christina.

Sobre ‘Bionic’

Tinha muitos sons incríveis e um toque futurista. Mas se você não é extremamente ligado à música, ele podia passar por cima de você. Muitas das colaborações foram com pessoas underground e de fora do mundo pop. Eu acredito mesmo que ele está um pouco a frente do tempo e será apreciado no futuro.

Sobre ‘Lotus’

Eu não me forço a trabalhar com esses sucessos comerciais formulaicos, é desonesto e não envolve criatividade. Eu me assumi como uma artista pop, mas ainda faço as coisas nos meus termos e no meu ritmo. [Lotus] é um álbum com várias camadas e muito sincero. Nele, quis compartilhar várias facetas de mim, uma mulher, uma criadora e uma artista. Parte disso vem com a experiência de ser mãe. Parte é sensualidade. Parte é vulnerável. Parte é agressiva e raivosa. Todas as partes que, juntas, formam quem eu sou.

Sobre algumas músicas de Lotus.

  • Blank Page” é descrita pela revista como uma balada movida somente por piano. Trechos da letra:

“Lord knows I’ve been no saint… [Deus sabe que não fui nenhuma santa]
Regret choices I made [Me arrependo de escolhas que fiz]
I was scared [Eu estava assustada]
Unprepared for the things you said [Despreparada para reagir a coisas que você disse]
I am a blank page [Sou uma página em branco]
waiting for life to start” [Esperando a vida começar]

  • Army Of Me” é mais uma vez descrita por Christina como “Fighter 2.0″. Ela diz: “Quero inspirar uma nova geração, tenho fãs de 6 anos de idade que não viveram a época de Genie In A Bottle nem mesmo Fighter”. A revista diz que o som da música é “preparado para boates” e o trecho da letra segue:

“What you thought was your best decision [O que você pensava ser a sua melhor decisão]
Became your worst mistake” [Se tornou o seu pior erro]

  • Shut Up!” é a música com a verdadeira surpresa. Exclusiva da versão Deluxe do álbum, a canção é descrita pela Rolling Stone como “um grito furioso contra os haters”. Segundo Christina, “é uma canção para os meus fãs ouvirem a todo volume no carro. Eu sei que muitos deles se exaltam e ficam nervosos quando ouvem algum boato mentiroso ou uma história falsa, e é uma excelente música para desabafar em um dia ruim ou quando tiver problemas com o chefe. É bem brincalhona, não deve ser levada a sério”. Ouviram, né? Porque não queremos ninguém gritando sério com essa letra:
    “If you don’t like it [Se você não gostou]
    You can suck my dick” [Vá chupar meu p*]